(2.698)
Praia, Mar e Bossa na Oca
Mariana Araújo Stefanini
A exposição Bossa na Oca celebrou os 50 anos do gênero com recursos audiovisuais e tecnologia, numa linguagem atual que dialoga com o caráter inovador da Bossa Nova em seu tempo. Com curadoria de Carlos Nader e Marcello Dantas, a mostra ficou exposta de 8 de julho a 7 de setembro de 2008, no Parque do Ibirapuera.
Os quatro andares da Oca abrigaram fotos, músicas, vídeos e objetos relacionados ao gênero, além de trazer a praia de Copacabana para São Paulo e apresentar um show virtual que reuniu Tom Jobim, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Frank Sinatra e Johnny Alf. Copacabana foi reproduzida em 800 m2 de areia, calçadão preto-e-branco de pedras portuguesas e iluminação na parede que simulava o cair da tarde. Já o show, contou com um palco, piano e banquinho, reais, e imagens holográficas dos intérpretes que se revezam cantando Garota de Ipanema.
Logo na entrada, o visitante revia parte da história do Brasil e do mundo, entrecortada pela história da Bossa Nova. Via-se o universo cultural efervescente que propiciou seu surgimento e as transformações que aconteciam na época, o Modernismo.
Documentários eram exibidos em 10 painéis de placas de vidro com som direcionado e numa bonita disposição, separados por fios de nylon que simulavam cordas de violão. Dentre eles, destacava-se Garota Bossa Nova, onde se pôde ver Nara Leão e Maria Bethânia falando sobre o espetáculo Carcará. Outro trazia Tom Jobim e Vinícius de Moraes contando como fizeram Orfeu de Conceição. Um mar de imagens e histórias incansáveis. No total havia três horas de filmes. Uma cena inusitada era a da entrevista a um apresentador norte-americano, a quem Tom Jobim quando indagado sobre a garota de Ipanema, respondeu em Português.
Trechos inéditos de Vinícius, de Miguel Faria Jr., puderam ser desfrutados em aconchegantes pufs, cada qual a meia luz, com luminárias de onde saiam o som direcionado. Vou te contar, dirigido pela neta de Tom, pôde ser apreciado sentado em banquinhos de piano e diante de uma partitura. Ambos eram projetados na parede côncava da Oca, o que dava um ar ainda mais intimista e especial aos espaços. A própria Oca, exemplo concreto da arte desse período em que nascera a Bossa Nova, projetada por Niemeyer, dialogava o tempo todo com as instalações, contribuindo para o tom inusitado e surpreendente da mostra. O mar foi projetado num azul infinito no teto e podia ser apreciado ao som de discos de vinil originais.
A mostra proporcionou uma real imersão no universo musical da Bossa.Todas as músicas, imagens, histórias e instalações conduziam olhos e ouvidos sensíveis a uma nostalgia inebriante como só mesmo a Bossa Nova pode envolver.
domingo, 28 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Resenha Bossa na Oca
(2.698)
Praia, Mar e Bossa na Oca
Mariana Araújo Stefanini
A exposição Bossa na Oca celebrou os 50 anos do gênero com recursos audiovisuais e tecnologia, numa linguagem atual que dialoga com o caráter inovador da Bossa Nova em seu tempo. Com curadoria de Carlos Nader e Marcello Dantas, a mostra ficou por dois meses no Parque do Ibirapuera.
Os quatro andares da Oca abrigaram fotos, músicas, vídeos e objetos relacionados ao gênero, além de trazer a praia de Copacabana para São Paulo e apresentar um show virtual que reuniu Tom Jobim, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Frank Sinatra e Johnny Alf. Copacabana foi reproduzida em 800 m2 de areia, calçadão preto-e-branco de pedras portuguesas e iluminação na parede que simulava o cair da tarde. Já o show, contou com um palco, piano e banquinho, reais, e imagens holográficas dos intérpretes que se revezam cantando Garota de Ipanema.
Logo na entrada, o visitante revia parte da história do Brasil e do mundo, entrecortada pela história da Bossa Nova. Via-se o universo cultural efervescente que propiciou seu surgimento e as transformações que aconteciam na época, o Modernismo. Dentre os poucos objetos que compunham a mostra, estavam um Fusca conversível preto, carro também lançado em 58, idêntico ao usado por Juscelino Kubitschek (o presidente bossa nova) e uma coleção de obras de arte que refletiam um pouco da estética do movimento, como a escultura O impossível, de Maria Martins, da década de 40.
Documentários eram exibidos em 10 painéis de placas de vidro com som direcionado e numa bonita disposição, separados por fios de nylon que simulavam cordas de violão. Dentre eles, destacava-se Garota Bossa Nova, onde se pôde ver Nara Leão e Maria Bethânia falando sobre o espetáculo Carcará. Outro trazia Tom Jobim e Vinícius de Moraes contando como fizeram Orfeu de Conceição. Um mar de imagens e histórias incansáveis. No total havia três horas de filmes. Uma cena inusitada era a da entrevista a um apresentador norte-americano, a quem Tom Jobim quando indagado sobre a garota de Ipanema, respondeu em Português.
Trechos inéditos de Vinícius, de Miguel Faria Jr., puderam ser desfrutados em aconchegantes pufs, cada qual a meia luz, com luminárias de onde saiam o som direcionado. Vou te contar, dirigido pela neta de Tom, pôde ser apreciado sentado em banquinhos de piano e diante de uma partitura. Ambos eram projetados na parede côncava da Oca, o que dava um ar ainda mais intimista e especial aos espaços.
O mar foi projetado num azul infinito no teto da Oca ao som de discos de vinil originais. Todas as músicas, imagens, histórias e instalações conduziam olhos e ouvidos sensíveis a uma nostalgia inebriante como só mesmo a Bossa Nova pode envolver.
Praia, Mar e Bossa na Oca
Mariana Araújo Stefanini
A exposição Bossa na Oca celebrou os 50 anos do gênero com recursos audiovisuais e tecnologia, numa linguagem atual que dialoga com o caráter inovador da Bossa Nova em seu tempo. Com curadoria de Carlos Nader e Marcello Dantas, a mostra ficou por dois meses no Parque do Ibirapuera.
Os quatro andares da Oca abrigaram fotos, músicas, vídeos e objetos relacionados ao gênero, além de trazer a praia de Copacabana para São Paulo e apresentar um show virtual que reuniu Tom Jobim, Ella Fitzgerald, Stan Getz, Frank Sinatra e Johnny Alf. Copacabana foi reproduzida em 800 m2 de areia, calçadão preto-e-branco de pedras portuguesas e iluminação na parede que simulava o cair da tarde. Já o show, contou com um palco, piano e banquinho, reais, e imagens holográficas dos intérpretes que se revezam cantando Garota de Ipanema.
Logo na entrada, o visitante revia parte da história do Brasil e do mundo, entrecortada pela história da Bossa Nova. Via-se o universo cultural efervescente que propiciou seu surgimento e as transformações que aconteciam na época, o Modernismo. Dentre os poucos objetos que compunham a mostra, estavam um Fusca conversível preto, carro também lançado em 58, idêntico ao usado por Juscelino Kubitschek (o presidente bossa nova) e uma coleção de obras de arte que refletiam um pouco da estética do movimento, como a escultura O impossível, de Maria Martins, da década de 40.
Documentários eram exibidos em 10 painéis de placas de vidro com som direcionado e numa bonita disposição, separados por fios de nylon que simulavam cordas de violão. Dentre eles, destacava-se Garota Bossa Nova, onde se pôde ver Nara Leão e Maria Bethânia falando sobre o espetáculo Carcará. Outro trazia Tom Jobim e Vinícius de Moraes contando como fizeram Orfeu de Conceição. Um mar de imagens e histórias incansáveis. No total havia três horas de filmes. Uma cena inusitada era a da entrevista a um apresentador norte-americano, a quem Tom Jobim quando indagado sobre a garota de Ipanema, respondeu em Português.
Trechos inéditos de Vinícius, de Miguel Faria Jr., puderam ser desfrutados em aconchegantes pufs, cada qual a meia luz, com luminárias de onde saiam o som direcionado. Vou te contar, dirigido pela neta de Tom, pôde ser apreciado sentado em banquinhos de piano e diante de uma partitura. Ambos eram projetados na parede côncava da Oca, o que dava um ar ainda mais intimista e especial aos espaços.
O mar foi projetado num azul infinito no teto da Oca ao som de discos de vinil originais. Todas as músicas, imagens, histórias e instalações conduziam olhos e ouvidos sensíveis a uma nostalgia inebriante como só mesmo a Bossa Nova pode envolver.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Resenha do grupo com acréscimo ao final
Era uma vez um menino e um balão passeando pelas ruas de Paris. O menino, interpretado por Pascal Lamorisse, filho do diretor, liberta o balão de um poste de iluminação. A partir de então, os dois tornam-se amigos inseparáveis e vivem grandes aventuras. Assim se resume o enredo do filme de Albert Lamorisse, “Balão Vermelho” (França, 1956).
O que chama a atenção no enredo e na técnica é o fato de o balão ser um objeto animado: ele segue o menino, se esconde, brinca, foge, mas sempre retorna ao encontro do amigo. Essa amizade desperta a inveja e a incompreensão de crianças e adultos.
As imagens falam mais que as palavras. Nos 38 minutos de filme, os únicos diálogos são “Fica, balão!” e “Voe, balão!”. A belíssima e sensível fotografia registra a melancólica Paris da década de 50, dominada por tons pastéis, cinzas e marrons, que contrastam com o vermelho sempre brilhante do balão.
Vencedor do Oscar de melhor roteiro original, da Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem e do Prix Louis Delluc, todos em 1956, e do prêmio especial do Bafta Awards em 1957, o “Balão Vermelho” vem marcando época e continua encantando o público até os dias de hoje. Em 2007, o diretor Hou Hsiau-Hsien adaptou a história sob o título “A viagem do balão vermelho”, em referência ao filme de Lamorisse.
O enredo é singelo: narra as idas e vindas do garoto a caminho da escola e com sutilidade mostra a relação entre o menino e o balão. Com essa simplicidade somos levados a vislumbrar o imaginário infantil e a indagar-nos de como pode a imaginação vencer a realidade e proteger-nos daquilo que nos incomoda.
O que chama a atenção no enredo e na técnica é o fato de o balão ser um objeto animado: ele segue o menino, se esconde, brinca, foge, mas sempre retorna ao encontro do amigo. Essa amizade desperta a inveja e a incompreensão de crianças e adultos.
As imagens falam mais que as palavras. Nos 38 minutos de filme, os únicos diálogos são “Fica, balão!” e “Voe, balão!”. A belíssima e sensível fotografia registra a melancólica Paris da década de 50, dominada por tons pastéis, cinzas e marrons, que contrastam com o vermelho sempre brilhante do balão.
Vencedor do Oscar de melhor roteiro original, da Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem e do Prix Louis Delluc, todos em 1956, e do prêmio especial do Bafta Awards em 1957, o “Balão Vermelho” vem marcando época e continua encantando o público até os dias de hoje. Em 2007, o diretor Hou Hsiau-Hsien adaptou a história sob o título “A viagem do balão vermelho”, em referência ao filme de Lamorisse.
O enredo é singelo: narra as idas e vindas do garoto a caminho da escola e com sutilidade mostra a relação entre o menino e o balão. Com essa simplicidade somos levados a vislumbrar o imaginário infantil e a indagar-nos de como pode a imaginação vencer a realidade e proteger-nos daquilo que nos incomoda.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Resenha redigida em grupo na aula de 16/09/08
Era uma vez um menino e um balão passeando pelas ruas de Paris. O menino, interpretado por Pascal Lamorisse, filho do diretor, liberta o balão de um poste de iluminação. A partir de então, os dois tornam-se amigos inseparáveis e vivem grandes aventuras. Assim se resume o enredo do filme de Albert Lamorisse, “Balão Vermelho” (França, 1956).
O que chama a atenção no enredo e na técnica é o fato de o balão ser um objeto animado: ele segue o menino, se esconde, brinca, foge, mas sempre retorna ao encontro do amigo. Essa amizade desperta a inveja e a incompreensão de crianças e adultos.
As imagens falam mais que as palavras. Nos 38 minutos de filme, os únicos diálogos são “Fica, balão!” e “Voe, balão!”. A belíssima e sensível fotografia registra a melancólica Paris da década de 50, dominada por tons pastéis, cinzas e marrons, que contrastam com o vermelho sempre brilhante do balão.
Vencedor do Oscar de melhor roteiro original, da Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem e do Prix Louis Delluc, todos em 1956, e do prêmio especial do Bafta Awards em 1957, o “Balão Vermelho” vem marcando época e continua encantando o público até os dias de hoje. Em 2007, o diretor Hou Hsiau-Hsien adaptou a história sob o título “A viagem do balão vermelho”, em referência ao filme de Lamorisse.
O enredo é singelo: narra as idas e vindas do garoto a caminho da escola. Através deste enredo refletimos sobre a importância do imaginário infantil.
(TERMINAR)
O que chama a atenção no enredo e na técnica é o fato de o balão ser um objeto animado: ele segue o menino, se esconde, brinca, foge, mas sempre retorna ao encontro do amigo. Essa amizade desperta a inveja e a incompreensão de crianças e adultos.
As imagens falam mais que as palavras. Nos 38 minutos de filme, os únicos diálogos são “Fica, balão!” e “Voe, balão!”. A belíssima e sensível fotografia registra a melancólica Paris da década de 50, dominada por tons pastéis, cinzas e marrons, que contrastam com o vermelho sempre brilhante do balão.
Vencedor do Oscar de melhor roteiro original, da Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem e do Prix Louis Delluc, todos em 1956, e do prêmio especial do Bafta Awards em 1957, o “Balão Vermelho” vem marcando época e continua encantando o público até os dias de hoje. Em 2007, o diretor Hou Hsiau-Hsien adaptou a história sob o título “A viagem do balão vermelho”, em referência ao filme de Lamorisse.
O enredo é singelo: narra as idas e vindas do garoto a caminho da escola. Através deste enredo refletimos sobre a importância do imaginário infantil.
(TERMINAR)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Relato da Aula de 10/09/08
Relato da Aula de 10/09/08
Disciplina: Leitura e Escrita II-
Comunicação em Diversas Linguagens
Mariana Araújo Stefanini
Primeiramente, Márcia informou-nos a respeito da entrega da Nota revisada:
• devemos enviar lhe por e-mail o texto da Nota revisado (arquivo Word) e a foto do espaço (arquivo jpg ou gif);
• especificar a fonte da foto no texto da Nota, no fim da página, descrevendo o endereço na Internet onde ela se encontra (caso seja esta a fonte) e o nome do fotógrafo;
• entregar uma versão da Nota corrigida impressa para a professora.
Depois, entregou-nos as Notas, por ela, corrigidas. Salientou a importância de entregarmos as tarefas da Revista nos prazos estipulados e para tanto, recomendou que nos organizemos.
Em seguida, trocamos as datas em que Cíntia e Carla anotariam as aulas, desse modo, a última anotará a aula do dia 17 e a primeira a do dia 24.
Márcia fez um comentário a respeito da maior responsabilidade, que agora temos, em relação à qualidade das publicações na Revista, pois devido à boa colocação do Instituto no ranking de Universidades, mais pessoas acessarão o site em busca de informações sobre o curso de Pedagogia. Contou-nos que o ícone para acesso da Revista no site do ISE mudará de lugar, ganhará um lugar de maior destaque.
A seguir, iniciamos a leitura do relato do Arthur, realizado no dia 3 de setembro.
A professora falou sobre a demarcação de parágrafos, esclareceu que podemos utilizar o recuo na primeira linha e se não o fizermos, devemos pular uma linha entre um parágrafo e outro.
Retomou o uso da vírgula em caso de alteração da ordem canônica da oração. Também chamou atenção para o fato de que a vírgula pode aparecer antes do “e” caso a oração introduzida por essa conjunção apresente um novo sujeito, sendo, portanto, uma oração subjetiva. No entanto, essa vírgula é pouco utilizada e não é obrigatória.
Destacou a regência dos verbos: falar e comentar.
Ex: Ela comentou a cópia.
O verbo não pede a preposição “sobre”.
Se fosse, “Ela fez um comentário sobre o texto”, dever-se-ia usar a preposição.
No caso do verbo falar podemos ou não usar a preposição “sobre”.
Ex: Ela falou sobre a Revista.
Ela falou do tempo.
Márcia indicou que devemos comprar uma gramática para consulta, recomendou a do Faraco e Moura.
Retomou o uso da crase nos casos de contração da preposição a com o artigo a.
Ex: Em relação ao dinheiro. (preposição mais artigo masculino)
Em relação (a + a) à disponibilidade. (preposição mais artigo feminino)
Comentou que o pronome “cuja” traduz uma idéia de posse.
Ex: Esta é a criança cuja família eu conheço.
Trata-se da família da criança.
Depois, destacou a diferença de sentido do uso do verbo assistir.
Ex: Assistir ao filme. (ser espectador)
Assistir o paciente. (dar assistência)
Também falou sobre a repetição de uma mesma expressão ao longo de um texto. Destacou que conforme a leitura se desenrola, a repetição começa a chamar atenção, incomoda o leitor e isso pode se traduzir em monotonia, o leitor vai deixando de gostar do texto. Assim sendo, devemos prestar atenção a isso ao escrevermos.
Na segunda parte da aula, Márcia projetou o blog e mostrou-nos onde podemos encontrar as informações sobre Resenha que ela passaria na aula. Então, fez uma apresentação em PowerPoint sobre esse tema. Ao apresentar-nos um exemplo, afirmou que uma boa resenha é aquela que atiça a curiosidade do leitor. Para tanto, ao escrevê-la, devemos olhar o objeto em questão com curiosidade e destacar aquilo que possa atrair o interesse das pessoas. A boa resenha é aquela que desperta no leitor vontade de se aproximar do objeto tratado.
Depois, nos reunimos em trios para selecionarmos, dentre as informações que trouxemos sobre o filme “Balão Vermelho”, aquelas que considerássemos mais importantes para constarem na resenha.
Não houve tempo suficiente para elaborarmos a resenha em grupo, em sala de aula, portanto, ficou estipulado que cada aluno escreverá sua própria resenha, um rascunho, a respeito do filme assistido na aula anterior. Devemos postar no blog as informações que destacamos e também postar a resenha, além de trazermos uma cópia impressa para a aula seguinte.
Disciplina: Leitura e Escrita II-
Comunicação em Diversas Linguagens
Mariana Araújo Stefanini
Primeiramente, Márcia informou-nos a respeito da entrega da Nota revisada:
• devemos enviar lhe por e-mail o texto da Nota revisado (arquivo Word) e a foto do espaço (arquivo jpg ou gif);
• especificar a fonte da foto no texto da Nota, no fim da página, descrevendo o endereço na Internet onde ela se encontra (caso seja esta a fonte) e o nome do fotógrafo;
• entregar uma versão da Nota corrigida impressa para a professora.
Depois, entregou-nos as Notas, por ela, corrigidas. Salientou a importância de entregarmos as tarefas da Revista nos prazos estipulados e para tanto, recomendou que nos organizemos.
Em seguida, trocamos as datas em que Cíntia e Carla anotariam as aulas, desse modo, a última anotará a aula do dia 17 e a primeira a do dia 24.
Márcia fez um comentário a respeito da maior responsabilidade, que agora temos, em relação à qualidade das publicações na Revista, pois devido à boa colocação do Instituto no ranking de Universidades, mais pessoas acessarão o site em busca de informações sobre o curso de Pedagogia. Contou-nos que o ícone para acesso da Revista no site do ISE mudará de lugar, ganhará um lugar de maior destaque.
A seguir, iniciamos a leitura do relato do Arthur, realizado no dia 3 de setembro.
A professora falou sobre a demarcação de parágrafos, esclareceu que podemos utilizar o recuo na primeira linha e se não o fizermos, devemos pular uma linha entre um parágrafo e outro.
Retomou o uso da vírgula em caso de alteração da ordem canônica da oração. Também chamou atenção para o fato de que a vírgula pode aparecer antes do “e” caso a oração introduzida por essa conjunção apresente um novo sujeito, sendo, portanto, uma oração subjetiva. No entanto, essa vírgula é pouco utilizada e não é obrigatória.
Destacou a regência dos verbos: falar e comentar.
Ex: Ela comentou a cópia.
O verbo não pede a preposição “sobre”.
Se fosse, “Ela fez um comentário sobre o texto”, dever-se-ia usar a preposição.
No caso do verbo falar podemos ou não usar a preposição “sobre”.
Ex: Ela falou sobre a Revista.
Ela falou do tempo.
Márcia indicou que devemos comprar uma gramática para consulta, recomendou a do Faraco e Moura.
Retomou o uso da crase nos casos de contração da preposição a com o artigo a.
Ex: Em relação ao dinheiro. (preposição mais artigo masculino)
Em relação (a + a) à disponibilidade. (preposição mais artigo feminino)
Comentou que o pronome “cuja” traduz uma idéia de posse.
Ex: Esta é a criança cuja família eu conheço.
Trata-se da família da criança.
Depois, destacou a diferença de sentido do uso do verbo assistir.
Ex: Assistir ao filme. (ser espectador)
Assistir o paciente. (dar assistência)
Também falou sobre a repetição de uma mesma expressão ao longo de um texto. Destacou que conforme a leitura se desenrola, a repetição começa a chamar atenção, incomoda o leitor e isso pode se traduzir em monotonia, o leitor vai deixando de gostar do texto. Assim sendo, devemos prestar atenção a isso ao escrevermos.
Na segunda parte da aula, Márcia projetou o blog e mostrou-nos onde podemos encontrar as informações sobre Resenha que ela passaria na aula. Então, fez uma apresentação em PowerPoint sobre esse tema. Ao apresentar-nos um exemplo, afirmou que uma boa resenha é aquela que atiça a curiosidade do leitor. Para tanto, ao escrevê-la, devemos olhar o objeto em questão com curiosidade e destacar aquilo que possa atrair o interesse das pessoas. A boa resenha é aquela que desperta no leitor vontade de se aproximar do objeto tratado.
Depois, nos reunimos em trios para selecionarmos, dentre as informações que trouxemos sobre o filme “Balão Vermelho”, aquelas que considerássemos mais importantes para constarem na resenha.
Não houve tempo suficiente para elaborarmos a resenha em grupo, em sala de aula, portanto, ficou estipulado que cada aluno escreverá sua própria resenha, um rascunho, a respeito do filme assistido na aula anterior. Devemos postar no blog as informações que destacamos e também postar a resenha, além de trazermos uma cópia impressa para a aula seguinte.
Resenha "Balão Vermelho"
O balão, o menino e as ruas de Paris
Mariana Araújo Stefanini
O “Balão Vermelho” é uma produção francesa de 1956, dirigido por Albert Lamorisse, com fotografia de Edmond Séchan, montagem de Pierre Gillette e música de Maurice Leroux.
Nesta singela história, um menino a caminho da escola, se depara com um balão vermelho preso a um poste. Ao libertar o balão, este passa a segui-lo como um amigo inseparável. O balão e o menino enfrentam vários empecilhos para continuarem juntos, no bonde, na escola, em casa e diante das outras crianças que desejam pegar o balão. Fogem, brincam de esconde-esconde e provocam a todos.
A relação entre o menino e o balão é uma bonita alegoria do imaginário infantil, de como pode a imaginação vencer a realidade e proteger-nos daquilo que nos incomoda.
Albert Lamorisse dirige o filho, o protagonista junto ao balão, as crianças de Ménilmontant e todos os balões de Paris, com leveza e sensibilidade, num filme que diz pouco com palavras e tudo com imagens. Os tons gris em contraste com o vermelho vivo do balão dão certo encantamento aos becos e ruas da Paris da década de 50.
O filme venceu o Oscar de melhor roteiro original, em 1956, conquistou o prêmio especial do Bafta Awards em 1957, Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem e ganhou o Prix Louis Delluc em 1956, feito admirável para apenas 38 minutos se não fossem o lirismo e a vontade de continuar em companhia da dupla por mais tempo.
Mariana Araújo Stefanini
O “Balão Vermelho” é uma produção francesa de 1956, dirigido por Albert Lamorisse, com fotografia de Edmond Séchan, montagem de Pierre Gillette e música de Maurice Leroux.
Nesta singela história, um menino a caminho da escola, se depara com um balão vermelho preso a um poste. Ao libertar o balão, este passa a segui-lo como um amigo inseparável. O balão e o menino enfrentam vários empecilhos para continuarem juntos, no bonde, na escola, em casa e diante das outras crianças que desejam pegar o balão. Fogem, brincam de esconde-esconde e provocam a todos.
A relação entre o menino e o balão é uma bonita alegoria do imaginário infantil, de como pode a imaginação vencer a realidade e proteger-nos daquilo que nos incomoda.
Albert Lamorisse dirige o filho, o protagonista junto ao balão, as crianças de Ménilmontant e todos os balões de Paris, com leveza e sensibilidade, num filme que diz pouco com palavras e tudo com imagens. Os tons gris em contraste com o vermelho vivo do balão dão certo encantamento aos becos e ruas da Paris da década de 50.
O filme venceu o Oscar de melhor roteiro original, em 1956, conquistou o prêmio especial do Bafta Awards em 1957, Palma de Ouro em Cannes como melhor curta-metragem e ganhou o Prix Louis Delluc em 1956, feito admirável para apenas 38 minutos se não fossem o lirismo e a vontade de continuar em companhia da dupla por mais tempo.
Nota do espaço cultural corrigida
(1.196)
FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO
Em meio a um vasto parque, fica a casa onde Maria Luisa e Oscar Americano moraram durante 20 anos com seus filhos. Em 1974, dois anos após a morte da esposa, Oscar Americano instituiu a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, doando a casa, o parque e uma vasta coleção de objetos da família, como móveis, prata, porcelana e obras de arte para exposição ao público. A casa sofreu algumas mudanças para receber os visitantes e o acervo e foi aberta em 1980.
A coleção inicial tem hoje novas peças. O acervo pode ser dividido em três épocas: Brasil Colônia, com pinturas, tapeçarias e porcelanas do século XVII e imagens do século XVIII; Brasil Império, que apresenta retratos a óleo e objetos deste período e Mestres do século XX, que reúne pinturas e esculturas de artistas como Portinari e Di Cavalcanti.
A fundação conta com auditório, espaço para eventos e uma agradável casa de chá, além do vasto parque com frondosas árvores, nativas da flora brasileira, que convidam a um passeio.
FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO
Av Morumbi, 4077, São Paulo – SP
(11) 3742-0077, (11) 3746-6941
de terça a domingo das 10:00 às 17:30
www.fundacaooscaramericano.org.br
FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO
Em meio a um vasto parque, fica a casa onde Maria Luisa e Oscar Americano moraram durante 20 anos com seus filhos. Em 1974, dois anos após a morte da esposa, Oscar Americano instituiu a Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, doando a casa, o parque e uma vasta coleção de objetos da família, como móveis, prata, porcelana e obras de arte para exposição ao público. A casa sofreu algumas mudanças para receber os visitantes e o acervo e foi aberta em 1980.
A coleção inicial tem hoje novas peças. O acervo pode ser dividido em três épocas: Brasil Colônia, com pinturas, tapeçarias e porcelanas do século XVII e imagens do século XVIII; Brasil Império, que apresenta retratos a óleo e objetos deste período e Mestres do século XX, que reúne pinturas e esculturas de artistas como Portinari e Di Cavalcanti.
A fundação conta com auditório, espaço para eventos e uma agradável casa de chá, além do vasto parque com frondosas árvores, nativas da flora brasileira, que convidam a um passeio.
FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO
Av Morumbi, 4077, São Paulo – SP
(11) 3742-0077, (11) 3746-6941
de terça a domingo das 10:00 às 17:30
www.fundacaooscaramericano.org.br
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Informações sobre o filme: "O Balão Vermelho"
O BALÃO VERMELHO
(LE BALOON ROUGE/ FRANÇA/ 1956/ COR/ 38 MIN/ LIVRE)
FESTIVAL DE CANNES PALMA DE OURO
OSCAR 1956 - MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
BAFTA AWARDS EM 1957 - PRÊMIO ESPECIAL
GANHADOR DO PRIX LOUIS DELLUC/1956
Direção: ALBERT LAMORISSE
Fotografia: EDMOND SÉCHAN
Montagem: PIERRE GILLETTEM
Música: MAURICE LEROUX
Elenco: PASCAL LAMORISSE, GEORGES SELLIER, VLADIMIR POPOV, as crianças de Ménilmontant e todos os balões de Paris
Fonte: www.guion.com.br/balao.html
Quase sem palavras, a história do balão que segue o menino por todos os lugares, como um amigo inseparável, despertando a inveja das outras crianças, leva à tela um relato simples, mas repleto de poesia.
Fonte: http://guia.folha.com.br/cinema/ult10044u419027.shtml
(LE BALOON ROUGE/ FRANÇA/ 1956/ COR/ 38 MIN/ LIVRE)
FESTIVAL DE CANNES PALMA DE OURO
OSCAR 1956 - MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
BAFTA AWARDS EM 1957 - PRÊMIO ESPECIAL
GANHADOR DO PRIX LOUIS DELLUC/1956
Direção: ALBERT LAMORISSE
Fotografia: EDMOND SÉCHAN
Montagem: PIERRE GILLETTEM
Música: MAURICE LEROUX
Elenco: PASCAL LAMORISSE, GEORGES SELLIER, VLADIMIR POPOV, as crianças de Ménilmontant e todos os balões de Paris
Fonte: www.guion.com.br/balao.html
Quase sem palavras, a história do balão que segue o menino por todos os lugares, como um amigo inseparável, despertando a inveja das outras crianças, leva à tela um relato simples, mas repleto de poesia.
Fonte: http://guia.folha.com.br/cinema/ult10044u419027.shtml